Liga da Justiça & Cyberforce

Serei bem simples e direto nessa coluna de hoje sobre esse crossover ocorrido entre a maior equipe de heróis do universo DC e uma das piores equipes de heróis da Image Comics.

jla cyberforce cover

Alguém se lembra de Cyberforce? Cyberforce foi uma criação de Marc Silvestri, um desenhista que fez fama desenhando X-Men e Wolverine na Marvel antes de se juntar à todos aqueles caras que fundaram a Image Comics. O primeiro volume foi publicado no Brasil pela editora Globo, mas foi cancelado um ano depois junto com todos aqueles outros títulos lançados que não venderam praticamente nada. E por quê não vendeu? Porque era muito, muito, mas MUITO ruim! Era apenas mais um daqueles gibis da Image que possuíam desenhos impressionantes nas primeiras páginas (mas que logo depois começa a se tornar chato e repetitivo) e argumentos tão profundos quanto um pires. A equipe era formada por um grupo de mutantes cibernéticamente alterados que combatiam outros mutantes. Uma droga que nào vale nem uma resenha decente.

Pois no início dos anos 2000, Silvestri resolveu trazer sua equipe de volta (achando que venderia alguma coisa) e para alavancar esse “renascimento” nada melhor do que criar um crossover com uma equipe famosíssima de super-heróis que estavam vendendo muito bem e com extrema popularidade devido ao sucesso de seu desenho animado: A LIga da Justiça.

A história é um típico roteiro da Image Comics dos anos 90: Ripclaw, ex-membro da equipe, possuído por um vírus busca a chave para imortalidade se aliando a um exército de tecno-zumbis(!), que atendem ao seu comando (!!). Uma invasão destes zumbis à Budapeste chama a atenção da Cyberforce (Stryker – aquel cara de três braços em um lado só do corpo – , Balística, Velocidade e Cyblade) e da Liga da Justiça (Flash, Superman, Batman, Ajax e Mulher-Maravilha) ao local que não se estranham no começo mas passam a trocar sopapos mais tarde quando as equipes brigam para ver quem fica com a “essência” de Ripclaw.

Tudo isso ocorre entre porradas e mais porradas, sangue, tiros, explosões e baboseiras existencialistas. O roteiro de Joe Kelly até tenta ter algum mérito, mas não dá para tirar leite de pedra, a história é ruim de doer e os (normalmente bons) desenhos de Doug Mahnke também não ajudam.

Felizmente esse é um daqueles gibis que (eu espero) nunca será publicado no Brasil.

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5 thoughts on “Liga da Justiça & Cyberforce

  1. Alguem ai sabe de algum programinha legal pra imprimir arquivos no formato CBR e RAR?
    Alguem sabe se o proprio CDisplay imprime? Se alguem souber please me manda alguma dica por e-mail.
    Valewww…

  2. Cara, eu concordo com o seu comentário até a “segunda página”. Eu gostava muito do cyberforce, e procuro links para as revistas, se puder, me indicar, ficaria agradecido.
    Tenho uma opiniao bem particular sobre a Image, principalmente sobre o Cyberforce, que foi uma das séries que eu tentei acompanhar. Poderia muito bem fazer uma critica comparativa, entre o Cyberforce e e outras equipes, varios roteiros e mega sagas e tal, mas deixo para um segundo momento.

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